Vetiver nos perfumes: a raiz que cheira a terra e madeira
Extraído das raízes de uma gramínea tropical, o vetiver pode assumir facetas terrosas, verdes, secas e defumadas. Entenda seu papel e aprenda a percebê-lo.
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Extraído das raízes de uma gramínea tropical, o vetiver pode assumir facetas terrosas, verdes, secas e defumadas. Entenda seu papel e aprenda a percebê-lo.
Notas ozônicas recriam uma sensação de ar fresco, vento e espaço aberto. Saiba como são construídas e por que não correspondem ao cheiro literal do ozônio.
O acorde aromático reúne impressões de ervas frescas ou secas, como lavanda, alecrim e sálvia. Entenda sua construção e como reconhecê-lo na prática.
A bergamota oferece frescor cítrico com nuances verdes, florais e amargas. Aprenda a diferenciá-la de limão, laranja e outros cítricos nos perfumes.
Floral, herbácea e por vezes canforada, a lavanda muda bastante conforme a matéria e a composição. Veja um método prático para reconhecê-la.
Incenso pode indicar resinas naturais, seus extratos ou um acorde que recria fumaça e calor balsâmico. Aprenda a distinguir suas principais facetas.
O patchouli vem de uma planta da família da hortelã, mas oferece aroma terroso, amadeirado e persistente. Veja como é extraído, usado e reconhecido.
Na perfumaria, a nota de íris está ligada principalmente aos rizomas da planta e às irones. Entenda por que ela pode cheirar atalcada, terrosa e amadeirada.
Na perfumaria, âmbar costuma designar um acorde quente, doce e amadeirado, não a resina fossilizada usada em joias. Saiba como essa construção funciona.